29 abril 2007

Desporto

Hoje fui jogar Rubgy e futebol com o pessoal, foi fixe. Mas tenho uma lesão no tornozelo direito.






28 abril 2007

Pequeno convivio

Agora nesta última fase de Erasmus serei um pouco mais como um Erasmus. Fui a um convivio na relva da area residencial onde tirei uma fotografia a um amigo de infância:

e algumas más fotografias, mas que dá para perceber o ambiente..


26 abril 2007

Balanço

Tirei diversas fotografias, algumas interessantes, outras só para vos dar uma ideia do percurso.
Mas aqui está uma das minhas preferidas (em destaque)...


Consultem os meus álbuns de fotos.

E já agora fiquem tambem com o meu plano da viagem.

A Chegada

De volta já a Toulouse, sentia-me bem. Senti-me especial e sorria.


Acho que isto quer dizer tudo...

A 1ª Viagem de bicicleta - Segundo dia

Dia seguinte.
Acordei mais fresco, mas com os mesmas sensações do dia anterior: o cansaço e as mazelas na zona traseira... Parti para o canal sensivelmente às 8:00 e já sabia que o que esperava-me não era fácil. Não tirei muitas fotografias neste dia. O meu cu não deixou-me, mas não deixei de apreciar a viagem, principalmente após ter revestido o selin com o casado para proteger-me dos impactos. Fez toda a diferença...
Encontrei muita coisa gira, paisagens, animais, edifícios e etc.
Uma coisa que ainda não falei foi do uso do cérebro. Sim, é preciso usar o cérebro mesmo num percurso tão simples como seguir um canal. Isto porque nem sempre estive no canal devido ao mau estado de algumas partes. Mas o interessante é que podemos usar coisas tão simples como:
  • a bússula
  • por uma folha na água para ver o sentido da corrente (isto porque a velocidade é tão pequena que é imperseptivel o sentido)
  • o sol

Ao recorrer aos nossos conhecimentos, sozinhos, dá-nos força e até esquecemos as dores.

Tive dúvidas se conseguiria, na parte final, os últimos 30km foram os mais difíceis, não tinha força para andar depressa e então tudo parecia esticar-se no tempo. É certo que fiz mais quilómetros do que dia anterior, mas a minha cabeça queria mais.

Lá cheguei ao fim da tarde a Bordeaux, mas tinha uma coisa a inquietar-me, o comboio. Não tinha pensado se chegasse ao fim do dia se haviam comboios para Toulouse, que pudesse levar a bicicleta. Tinha já por diversas vezes tentar ligar à Inês, que está lá à algum tempo, para ajudar-me a saber dos horários e também em caso de necessidade, de algum lugar barato para ficar, pois não queria voltar a pagar 24 euros só para dormir.

Cheguei à estação de comboios de Bordeaux quase em cima do último comboio para Toulouse, mas não podia levar a bicicleta. Que caca. Tentei de diversas maneiras saber o contacto da Inês. Enquanto esperava, tomei banho na estação, que pareceu-me com boas condições higiénicas.

Após falar com a Inês, decidi-me a ir para o albergue da juventude que embora sem ser barato era 20.50 euros com direito a pequeno-almoço. Menos mal.

À noite e de manhã passeei por Bordeaux, tirei fotografias, vi as pessoas e senti-me em casa. Como já tinha dito antes é uma cidade bela e acolhedora. Recomendo vivamente passarem lá uns dias.

Na viagem de volta tive uma paragem de uma hora novamente em Agen. Aproveitei para ver o ambiente e para tirar umas fotos diurnas. No meio dessas tarefas encontrei um descendente de portugueses com ávida vontade de falar, mas que não sei se batia bem da cabeça. A impressão que fiquei da tereola era novamente agradável.

25 abril 2007

A 1ª viagem de bicicleta

Resolvido a enfrentar aquilo que não conhecia, querendo saber além do que é de mim pedido, querendo sentir-me vivo, mandei-me. Mandei-me com uma mochila de costas com capacidade para 70+10L e a minha bicicleta de 30 tostões pelo canal lateral ao Garonne (rio que passa por cá com direcção norte). Preparei-me para dormir na rua, para comer mal e para sofrer se preciso. Isto é claro que foi uma preparação teórica. Com os meus conhecimentos e material mandei-me então por volta das oito horas para o canal. Não antes é claro de fazer uma sandes (baguet de queijo alface e tomate) e tomar o meu grande pequeno-almoço.
Como tinha visto antes na net o tempo tinha mudado. O tempo de sol forte, que acompanhou-me na minha ida ao Pirenéus tinha desaparecido. Tinha dado lugar ao tempo nubloso e fresco. Não que queixá-se-me em termos de temperatura, pois era melhor para a minha viagem, mas em termos de luminosidade era pior, pois sabia que as fotografias iriam ser menos belas do que com mais luz. Sem que isso me detive-se pus-me em marcha após passar pelo norte de Toulouse e já no canal lateral ao Garonne.

Começo a ter consciência que o peso que levo na mochila e que faz-me ter dores nas costas poderá ser um problema. Paro na primeira ponte, uma das muitas que tenho de passar devido ao estado das vias paralelas ao canal. Isto porque dependendo do estado da via à esquerda ou à direita do canal, passava de uma via para a outra em alguma das muitas pontes existentes ao longo do canal. Tirei as primeiras fotografias e também fiz os primeiros alongamentos.

Passado julgo eu a primeira hora, paro numa ponte para fazer o mesmo que tinha feito anteriormente. Antes de meter-me a rumo, reparo que o meu pneu traseiro está sem ar. Percebo também que esta viagem irá ser algo sofrido, algo que tenho de querer mesmo para terminar. Estava em vias de mudar a câmara de ar do pneu quando um quarteto de velhotes em bicicleta param e perguntaram se esta tudo bem. Notoriamente não preciso de dizer muita coisa par que entendam a minha situação. O senhor mais novo oferece uma lata de uma substancia que podemos por dentro do pneu que o preenche e evita a necessidade de o mudar. Ora o buraco no pneu era grande e o estancamento era difícil. Antes de partir ofereceu-se para levar-me à Decathlon, que não ficava muito longe dali. Eu ao perceber que tinha o pneu traseiro em mau estado e que seria melhor muda-lo aceitei o convite.
Esta surpresa que tenho pela boa vontade das pessoas espero que passe um dia.

Pela altura que o senhor chegou com a sua carrinha o buraco do pneu já estava fechado, mas estava muito vazio o que não seria muito viável para a minha viagem em linha recta de mais de 213km, que devem equivaler a 250 ou mais km. Fomos então em direcção à Declathlon. Quando chegamos perguntei-lhe quanto tinha custado a garrafa de produto que estava disposto a pagar. Ele disse-me que não era nada e então agradeci a sua ajuda.

Após mudar o pneu, a câmara de ar e as porcas da roda (pois as outras estavam desgastadas), parto então outra vez para o canal lateral, já com o primeiro combate efectuado.
Parei para almoçar num belo banco e pensar no plano para o resto do dia. Reparo que estava a andar bem e que apesar da contrariedade do começo, poderia fazer mais do que estava indicado no livro. O que alegrava-me sem razão particular.


A meio da tarde deparo-me com caminho muito complicado, cheio de pedras calcarias afiadas que pensava que podiam fazer-me mais um furo. Isso não aconteceu... O que aconteceu foi ganhar os primeiros desconfortos na zona traseira devido ao terreno. Esse percurso ficava um pouco antes do objectivo para o dia, que quando cumprido, parei a bicicleta e dei uma volta a pé à vila. Por essa altura o que estava na minha cabeça era onde iria dormir e como era cedo, o que iria fazer! Estava indeciso onde iria dormir porque tinha visto na ria algo que vez-me lembrar de algo que não tinha lembrado antes. As ratazanas, que devem haver muitas ao pé do canal, pelo menos haviam muitas tocas e o que podia acontecer-me se dormisse ao pé do canal. Essas coisas que desconheço que devo aprender mas que ainda não sentia-me muito à vontade de experimentar.
Mas o mais importante é que era cedo e não sabia o que iria fazer numa vila tão pequena por tanto tempo. Foi claro com naturalidade que continuei. Cheguei ao entardecer ao segundo objectivo da viagem. O que após o apoio da minha irmã deu-me vontade de ir para uma pensão. Foi o que fiz, que apesar de ser um pouco caro par o meu bolso, tinha boas condições e era no centro da vila, permitindo-me dar um pequeno passeio, antes de repousar para o dia seguinte.
A propósito, essa vila era a vila de Agen, uma vila simpática com bastante património.

24 abril 2007

Recuperação fisica

Ontem e hoje são dias de repouso, para a grande viagem.

22 abril 2007

ida aos Pirinéus - 2º Dia - 3000

O dia ia ser de caminhada e então acordamos às 7 e picos, tomamos pequeno-almoço e partimos para o pico. Logo cedo comecei a perceber, que não estou habituado às grandes alturas e que não iria ser fácil. Mas isso não foi o pior, que foi começar a ter bolhas nos calcanhares e na sola do pé. Isso foi o principio de uma pequena agonia. Quando cheguei ao pico quase não apreciei a vista... Eu pouco foleiro mas...
Gostei de ter subido, gostei de ter descido e de quase ter feito ski.
Por volta das 3 estávamos de volta à cabana, onde almoçamos e apanhamos sol.
Depois disso foi o caminho de volta para o caro, para estação e para a civilização.

Foi cansativo e doloroso, mas que sem dúvida gostei e que deverei voltar a fazer, talvez quem sabe até ao 4000 metros. LOL.
Gostei também de conhecer o amigo do Mário, que pareceu-me ser fixe.

Obrigado ao Mário pelo convite.

Vejam as fotografias nos álbuns.

21 abril 2007

ida aos Pirinéus - 1º Dia

Acordei por volta das 7.30, arranjei as últimas coisas, tomei banho e fui ao quarto do Hugo ver se ele estava em condições. Ora após a noite de ontem era natural que não..
Fui ao qurto do Mário e pouco depois fomos apanhar o comboio com direção à Fronteira. Chegados ao acampamento base principal, apercebi da necessidade de arranjar uns óculos de sol. Comecei a perceber que o fim-de-semana podia começar a ficar caro. Percorri todas as caixas multibanco da vila para levantar dinheiro, mas as +/- 20 caixas não queriam dar-me dinheiro.
Explicação: Sem ser mau as caixas são do século passado e não reconhecem o meu cartão com banda um pouco danificada.

Pouco depois chegou o amigo do Mário, compramos os óculos e fomos no carro dele em direcção à aldeia que seria o acampamento base do carro.
Fomos a pé sempre a subir até o refugio na montanha, o acampamento avançado. Pouco tempo depois e após passar por algum alvoredo incomodo chegamos e acomodámo-nos a 2.100 metros de altura.

20 abril 2007

Ida aos Pirinéus - Dia Anterior

Durante a tarde após o convite do Mário para ir aos Pirinéus, fui bater à porta do Hugo perguntar-lhe se ele também queria ir. Disse-lhe que ia à Decathlon e que talvez iria comprar uma mochila de campismo. Ele disse que viria comigo e então fomos. Comprei a minha jeitosa mochila e depois fomos ao supermercado comprar as últimas cenas para os dias seguintes. Fizemos jantar e bebemos um pouco. Já satisfeito Eu parei, mas o Hugo por outro lado, que devia estar stressado não parou. Ficou no meu quarto até as 3h e depois foi lá dormir.
Estava eu no meu repouso, quando por volta das 5h aparece-me a vizinha do Hugo a perguntar-me se eu tinha as chaves dele. A que eu respondi que não, mas procurei na mesma. Ela explicou-me que o Hugo estava a dormir à porta do seu próprio quarto sem saber da chaves. Enquanto procurava as chaves, chegaram os dois ao meu quarto e decidimos que eu iria à recepção com uma treta mal inventada para ver se punha-mos no quarto. Ora nunca dariam as chaves, mas eu também não tinha pensado muito no assunto... estava a dormir! Ao voltar da recepção decido-me partir à procura das chaves dele. Duas portas antes de chegar a o seu quarto reparo numas chaves na fechadura. Eu disse-me logo: " Não é posssivel! ", mas era eram as suas chaves. Disse à rapariga que ela podia dormir descansada e mandei o Hugo para o seu quarto dormir.

Objectivo

Embora seja a muito muito curto prazo tenho um objectivo. Estou muito contente por isso. Dá-me força. Agora tenho de ir vou fazer as experiências de hoje + os calculos e conlusões de amanhã para estar livre. Vou dar de frosques!!
Tenho 11 dias a contar de amanhã e tenho uma missão.

17 abril 2007

Bridge to Terabithia

Mais uma ida ao cinema para fazer sonhar!
Não foi o que estava à espera mas gostei.

Link: http://disney.go.com/disneypictures/terabithia/

14 abril 2007

Caca

Chego ao fim da semana, sinto-me outra vez a vaguear e vazio.
Espero encontrar alguma coisa que agarre-me. Tudo perde a beleza depois de algum tempo. Sinto-me assim porque voltei ao passado. Passado de merda...
As cenas que acreditei, acredito e continuarei a acreditar fazem-me sofrer...
A minha educação trouxe-me a escolhas livres ou forcadas e agora encontro-me não sei onde e não sei quero saber. Hoje é um dia que digo:" Isto é uma me... ".

10 abril 2007

3 Etapa do meu percurso velocípede. Parti na direcção +/- sul andei a até cansar-me um pouco e voltei. Ao voltar vim quase sempre a bombar e perto de 3 km de casa já estava todo roto. Doía-me todos os músculos das pernas :/, uma coisa a que não estou muito habituado.

Devem ter sido pouco + de 70 km mas foram suficientes para ficar de rastos. Tenho de treinar mais. Foi agradável e irei mais longe da próxima.

08 abril 2007

A singularidade

Descobri recentemente uma teia de ligações que faz-me pensar e que gostaria de partilhar.
Isto começa em dois pontos distintos e propaga-se:
I) A princesa Mononoke(1997) e o American Psyco(2000). Dois filme completamente distintos sem ligação a não ser a surpresa, emoção e o encanto que tirei dos filmes. Dois filmes que pela sua originalidade, pelo menos para mim até à data, ficaram na minha memoria. O primeiro marcou-me por ser um filme de animação diferente do que estava habituado. O segundo foi uma surpresa pela sua pelo envolvimento psicológico.
II) Depois vi A viagem de Chihiro e o Reino de Fogo com os mesmo intervenientes. Que ficaram também na minha memoria pela animação no primeiro e os dragões no segundo.
III) Mais tarde encontrei um filme O Maquinista e a BD. A BD foi uma cena que esteve sempre dentro de mim e que só deixei despertar com a oferta dos dois primeiros livro da BD de Frank Miller, Sin City. Cujas motivações para tal presente são para mim hoje esquecidas(?). A partir desse dia os meu olhar para a animação mudou, comecei a olhar com olhos de magia. O Maquinista é um filme que pela sua apresentação não podia perder. Um filme psicologicamente também pesado em que surpreendeu-me a história e o actor pela sua condição física: Magríssimo!
IV) Mais recentemente vi o Howl's Moving Castle e Batman Begin, em que está novamente por detrás a BD e a animação!
V) À uns dias atrás vi Harsh Times e Tales from Earthsea, já discutidos aqui.
Descobri que o actor de todos os filmes é o Christian Bale que é amante dos filmes de animação do Hayao e fez a voz do Howl no filme do Howl's moving Castle. Esta convergência entre dois caminhos diferentes que estava a percorrer dá-me que pensar! Para mim diz-me o tipo de pessoa que sou, é como se fizesse sentido, como se percorresse o caminho que devo percorrer, mas sem saber. Fico contente com as minhas escolhas e com os meu gostos! É uma cena estranha e complexa de analisar.
O mesmo acontece com a Nicole Kidman et o Johnny Deep, em que muitos dos seus filmes eu divago, sonho choro e rio.
Este fenómeno, tudo (aquilo que faz-me mover mais) se encontrar em torno de poucos elementos deve ser causado por uma singularidade. Algo faz com que exista uma convergência e eu tenho que descobrir o que é talvez tenha uma pista e se encontra mais assim talvez tenha a resposta à minha pergunta.
O que é que eu quero fazer da minha vida.

07 abril 2007

Tales from EarthSea


Como disse à dias sobre o chinoca, agora digo sobre o japonoca:
Lá está o Japonoca a fazer das suas!
Bem, não é exactamente o Japonoca mas o filho do Japonoca, falo é claro do Hayao, Goro Miyazaki e Isao Takahata, que contam no seu palmares grandes filmes dos quais já vi:

  • My Neighbor Totoro, 1988
  • Grave of the Fireflies, 1988 (este feito por Isao Takahata)
  • Princess Mononoke, 1997
  • Spirited Away (A viagem de Chihiro), 2001 (winner, Academy Award for Best Animated Feature, 2002)
  • Howl's Moving Castle, 2004 (nominee, Academy Award for Best Animated Feature, 2005)

Uma história para quem é amante de histórias.

Link:http://www.onlineghibli.com/earthsea/

05 abril 2007

Workstation

Este mês além de uma ligeira parte de laboratório a retirar dados para a determinação da DTS do reactor, tem sido muito no computador a tratar os dados. Na imagem seguinte podem ver os programas que utilizo para o efeito:

  • Excell
  • Matlab
  • DTSPro

É um tratamento moroso e cansativo, mas espero que esta parte fique para trás. Por enquanto estou à espera da parte de caracterização térmica e reaccional, que devem ser mais interessantes.

02 abril 2007

Soluços

Hoje volto ao diário científico.
A minha pergunta é:
O que são os soluços?
Pesquisei facilmente no Google em português e encontrei uma resposta igual à minha - tinha a experiência de dar-me soluços enquanto comia e pensava que ocorriam quando ingerimos alimentos depressa - fiquei contente. Mas devido à natureza do site (Brasileiro) com a sua mania de extrapolação e ao meu sentido critico :), desconfiei e fui à procura de ma resposta mais coerente, pois também haviam outras opiniões. Fui inevitavelmente bater à Wikipédia e a resposta parece-me bem dada.
Deixo-vos o link: Soluços para lerem um pouco mais. Mas posso dizer-vos que uma dar razões é a de comer, mas o que talvez os provoque é a descida muito lenta dos alimentos aquando do processo dos movimentos peristálticos. O agente impulsionador é o diafragma e o activo o ar. A formação de um pequeno vácuo que faz o ar entrar depressa, para ajudar na descida, fazendo o "hiccup".
Inté.